A elevação dos rios no Amazonas levou 15 municípios a decretar situação de emergência, conforme atualização divulgada em 22 de abril de 2026. O avanço das águas já afeta aproximadamente 133 mil pessoas, com registros de impactos em áreas urbanas e comunidades isoladas.

Além das cidades em emergência, outros quatro municípios permanecem em alerta e 31 em atenção. Doze municípios seguem em condição de normalidade, incluindo a capital Manaus.

Níveis dos rios influenciam cenário

O aumento do nível dos rios segue como fator central para a ampliação das áreas atingidas. Em Guajará, o rio Juruá alcançou 12,03 metros, o que levou à inclusão do município na lista de emergência.

Em Tonantins, o rio Solimões chegou a 15,09 metros, reforçando os impactos já registrados em outras localidades do interior.

Distribuição das ocorrências

Entre os municípios em emergência estão Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Boca do Acre, Canutama, Carauari, Eirunepé, Itamarati, Ipixuna, Juruá, Lábrea, Santo Antônio do Içá, Tabatinga, Tapauá, Tonantins e Guajará.

No grupo de alerta estão Amaturá, Envira, Ipixuna, Pauini e São Paulo de Olivença. Já em atenção aparecem cidades como Coari, Manacapuru, Parintins, Tefé e outras localidades do interior.

Resposta e acompanhamento

O monitoramento dos rios ocorre de forma contínua por meio de sistema estadual de alerta, que acompanha variações dos níveis e orienta medidas de resposta.

Entre as ações em andamento estão a entrega de kits de tratamento de água em municípios afetados e medidas voltadas ao suporte econômico, como ampliação de crédito e renegociação de dívidas para atividades impactadas pela cheia.

Na área da saúde, recomendações incluem reforço da vacinação e cuidados com água potável, além da distribuição de insumos para tratamento domiciliar em regiões atingidas.

O cenário segue em acompanhamento diário, com possibilidade de novas atualizações conforme a evolução da cheia dos rios no Amazonas.

Com Informações da Assessoria
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