O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a prisão preventiva do piloto de automobilismo Pedro Turra, acusado de espancar um adolescente de 16 anos em Brasília, em janeiro de 2026. A decisão foi proferida na sexta-feira (13) e divulgada nesta quarta-feira (18).
A análise foi feita pelo ministro Messod Azulay Neto, que considerou o pedido de habeas corpus prejudicado por questões processuais.
Decisão processual
O recurso apresentado pela defesa questionava decisão individual de um desembargador. No entanto, essa decisão já havia sido confirmada por colegiado do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) no dia 12 de fevereiro. Com isso, o entendimento foi de que o recurso deveria ser direcionado contra a decisão da turma, e não contra a decisão individual.
Situação do acusado
Com a decisão, Pedro Turra permanece preso preventivamente no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Na semana passada, ele se tornou réu por homicídio doloso.
A denúncia aponta que o piloto agrediu o adolescente com um soco no rosto durante uma briga. A vítima ficou duas semanas internada em unidade de terapia intensiva (UTI) e morreu no dia 7 de fevereiro.
Investigação
As apurações iniciais indicaram que o conflito começou após um desentendimento envolvendo um chiclete arremessado em um amigo da vítima. No andamento da investigação, a polícia passou a tratar o episódio como briga premeditada, com participação de outras pessoas ligadas ao piloto.
A defesa sustenta que o caso não atende aos requisitos legais para prisão preventiva e alega risco à integridade física do acusado dentro do sistema prisional.
Com informações Agência Brasil
